Os Piores (NACIONAIS)
TOP 10 piores cantores(as) brasileiros.
10/02/2011
Gosto musical não se discute, mas afinação, alcance vocal, sustentação, timbre e presença de palco, sim. No jet set da MPB há figuras que mobilizam grandes espaços na mídia e nem por isto, ostentam as qualidades mínimas para beijar os pés da Elis Regina.
1- João Gilberto – o "cantor" minimalista vocal.
Sem desmerecer a Bossa Nova, que admito ter sido o maior acontecimento da música no século XX, sou obrigado a apontar um dos seus maiores próceres como merecedor do título de um dos piores “cantores” brasileiros de todos os tempos. Isto é, se aquele fiapo de voz que o João pia no palco significa cantar. Isto não impede que os lugares dos seus shows sejam mais disputados do que a missa do galo no Vaticano.
2- Agnaldo Timóteo – o berrador tonitruante.
A contraparte tonitruante do João Gilberto e contemporâneo dele, é o Agnaldo voz de trovão. Tudo o que o primeiro não tem, abunda e prejudica o segundo. Quem tiver coragem de ouvir um disco com os bolerões berrados pelo Timóteo a plenos pulmões, pode ser considerado um sobrevivente de cataclismo sonoro.
3- Alcione –sempre botando a boca no trombone.
O Agnaldo Timóteo de saias é a Alcione, que seguiu a “linha de tiro” do berro. Quem prova que esta cantora precisa de amplificação? Confesso que os meus ouvidos doem com sua voz de trombone.
4- Joelma – a rainha dos falsetes e plenipotenciária do playback.
Por que será que a Joelma canta com playback nos seus shows? Em meio ao pancadão e a pularia, será que ela conseguiria encaixar os seus falsetes horríveis e os seus vibratos retundantes? Mesmo tendo sua voz submetida às truncagens de estúdio, ela é tem um desempenho musical terrível, imagine esta camarada cantando à capela!
5- Pitty – precariedade tonal (será por causa do piercing na língua?).
Musicalmente falando, a Pitty tem a estranha capacidade de não acertar o diapasão de nota alguma. Seria ela terrivelmente desafinada, ou incrivelmente preguiçosa ao ponto de não querer levantar o “corpitcho” de manhã para comparecer às aulas de técnica vocal? Talvez por isto mesmo, ela nem passe perto de dois fundamentos técnicos da música: sustentação e afinação. Ainda bem que os seus fãs são surdos!
6- Supla – musicalmente nada e plasticamente tudo.
O Billy Idol brasileiro é um desastre de repertório, medonho na voz e bizarro na figuração. O cara é simplesmente um dos seres mais toscos que se movimenta no surreal mundo da MPB, merecendo até um gênero a ser criado especialmente para ele: pantomima lírica.
7- Hélio dos Passos – bizarrice medonha saída dos piores recantos da Internet.
O cara é um figuraço bisonho, tosco, colorido e engraçado que canta em cima de arranjos prá lá de imbecis. Causou furor no YouTube e apareceu no caldeirão do Huk, para depois sumir como um cometa no lado negro do espaço interestelar, de onde saiu apenas para comprovar a força das novas mídias digitais.
8- Gretchen – revival do tempo das cavernas.
Desde que os homens das cavernas abandonaram-nas, os urros e sussurros foram substituídos por palavras e frases... até o momento em que a Gretchen encaixou em 1980 o seu hit “Conga Conga Conga”. Então, voltamos para as cavernas sem urros, só com gritinhos e sussurros... Meu Deus, isto tocou massivamente nas rádios da década perdida, quando ainda não se pensava em funk!!!???
9- Fernanda Takai – anoréxica musical.
Duas trajetórias semelhantes que tiveram desfechos diferentes: enquanto a Paula Toller reconheceu no início da sua carreira que era uma cantora medíocre e foi tomar aulas intensivas de técnica vocal, até hoje a Fernanda Takai continua marcando bobeira. Enquanto a Paula Toller educou o seu timbre e atualmente consegue retirar o máximo da sua reduzida extensão vocal, a Fernanda, sem nunca ter tido o mesmo insight, continua derrapando nos mesmos erros de falta de sustentação e desafinação. A síndrome desta cantora poderia ser diagnosticada como “anemia sonora”, ou absoluta falta de vontade de se colocar sob os cuidados de um bom professor de técnica vocal?
10- Mallu Magalhães – é muita areia pro teu caminhãozinho.
Tudo o que a veterana Fernanda Takai não fez, não deveria ser seguido pela novíssima musa digital que surgiu com estardalhaço no Myspace e invadiu ferozmente generosos espaços da mídia tradicional. O crítico Regis Tadeu tece uma apreciação assaz respeitosa no seu artigo sobre a guria recém saída dos cueiros que alcança o estrelato instantâneo: “assistam a este vídeo e me digam se ainda não falta muito feijão com arroz para esta menina fazer por merecer uma atenção racional e genuína...
Quando queremos avaliar os fundamentos de uma cantora, devemos necessariamente escutá-la à capela, desacompanhada e sem aparelhinhos eletrônicos de correção tonal. Neste quesito, a Mallu Magalhães revela uma tosquice impressionante, como neste vídeo desencavado pelo blog Vipuraí, num post que foi linkado pelo Uêba no dia 28/01/2009.
Menções “honrosas”.
Margarete Menezes: a rainha da desafinação do axé.
Depois que você ouve a Margarete cantando, percebe que cantar Axé pulando daquele jeito não é tão simples quanto a Ivete Sangalo deixa transparecer. O vídeo a seguir do show da virada é mais eloquente do que eu escrevendo.
Angela Bismarchi: uma nota patética que pode destruir até os ouvidos mais insensíveis.
A celebridade mais siliconada do show business brasileiro quer iniciar a sua “carreira de cantor” lançando um CD, que quiçá, servirá para matar todos os insetos. Reserve logo o seu!
Autor: Isaias Malta









